sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Leia sempre...

...e busque diversas fontes antes de pedir democraticamente algo antidemocrático.


No mínimo será complicado...



Globo News: conhecendo o Estado Islâmico

A Globo News apresenta documentário sobre o grupo radical Muçulmano chamado Estado Islâmico ativo no Iraque e na Síria. Documentário que apresenta sua táticas, metas e praticas cruéis de dominação, contra cristão e não-muçulmanos.

Canal Nostalgia: Felipe Castanhari 500 anos em 1 hora


Ficha Técnica Direção - Felipe Castanhari Roteiro - Rob Gordon, Caio Vinícios e Felipe Castanhari Montagem e Edição - Nando Almeida Artes - Rick Ordonez Produção - Rodrigo Tucano Pesquisa - Leonardo Souza Historiador - Caio Vinícios Produtora - http://tucanomotion.com.br



Índios. Escravidão. Regime Militar. Democracia. Do descobrimento ao impeachment, o Brasil passou por vários conflitos e governos. Conheça a história do nosso país em uma hora Clique para se inscrever ► http://bit.ly/canalnostalgia Meu Instagram - http://instagram.com/fecastanhari Meu Facebook - http://facebook.com/fecastanhari Meu Twitter - http://goo.gl/A1AsOg @fecastanhari Meu SnapChat - FeCastanhari Nostalgia no Facebook - http://goo.gl/EY471n


Final de ano e a gente tá como?








segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Tolerância, intolerância, fanatismo: Jaime Pinsky

Tolerância, intolerância, fanatismo
Correio Braziliense


Na Alemanha de Hitler prevalecia a ideia da superioridade de uma suposta raça ariana, à qual, evidentemente, pertenceriam os alemães. Para não macular a pureza da raça, nem uma única gota de sangue de outras etnias deveria circular nas veias desses super-homens. O espantoso não são os delírios ridículos, destituídos de qualquer comprovação científica. Ditadores em qualquer latitude têm sido pródigos em sonhos de grandeza que acabam se transformando em pesadelos para o seu povo. O assustador foi o fato de um povo tão culto e informado quanto o alemão ter embarcado em “verdades” como a que garantia que um loiro de olhos azuis, por mais boçal que fosse, pelo simples fato de pertencer a uma suposta raça ariana era superior a gênios como Einstein, Marx e Freud, todos eles de origem judaica.
Manipulação? Sonhos de grandeza enrustidos na alma alemã? Vingança consciente contra um inimigo poderoso? Puro interesse econômico? O que leva uma pessoa, um grupo de pessoas, todo um povo, uma nação inteira a se fanatizar?
Há quem diga que o primeiro passo em direção ao fanatismo é a intolerância. E então, o que leva as pessoas a se tornarem intolerantes? A esposa daquele primo de Goiânia, que parecia tão pacífica, aquela mesma que faz uma broa de milho deliciosa, não está dizendo que tinha que ir todo o mundo para a cadeia, menos os militantes do partido dela? Que se houve algum desvio de dinheiro foi por necessidade política e que isso não é crime? Não está vibrando com a prisão de gente “do outro lado”, estes sim um bando de safados, aliados dos bancos e da grande mídia? Quando perguntei para a Estela (ops, eu não devia revelar o nome dela) se o partido dela não tinha beneficiado e sido beneficiado por grandes empresas ela me pediu pra não fazer mais parada em sua casa para bater papo e tomar café, pois não tínhamos mais nada em comum.
Por outro lado aquele tio em terceiro grau não acha que pobre é pobre porque não trabalha, se trabalhasse ficava todo mundo rico? Não diz que deveriam exigir pós-graduação em administração para qualquer gestor (ele não usa mais a palavra prefeito e governador) e comprovação de independência econômica, já que quem tem dinheiro não precisa roubar? (E não adianta eu dar exemplos de um grande empresário, ladrão notório dos cofres públicos, impedido de sair do país e prestes a coroar sua vida com alguns anos de cadeia).
Temos de tudo por aqui. Os que ainda negam a importância do agronegócio, querendo a volta da pequena propriedade ou até a implantação do kibutz, experiência já abandonada até em Israel. E os que acham que a ação de jagunços assassinos dizimando posseiros e índios é um mal menor, em face da modernidade e dos lucros com a exportação obtida pelas grandes empresas.
Grupos de opinião diferentes se digladiam nas redes sociais. Mais do que argumentos consistentes ou ideologias bem fundamentadas, vemos a intolerância para com o outro manifestada de forma superficial e grosseira. Claro que a rapidez e a facilidade para emitir opiniões ajudam muito; basta acionar o celular com os polegares e o estrago está feito: irmãos rompem amizade, tios viram a cara para sobrinhos, amigos se ofendem e deixam de se falar por muito tempo. Mas não podemos jogar a responsabilidade no WhatsApp ou no Facebook. Por trás das redes sociais, por trás do celular, por trás dos dedos, há um ser humano intolerante, convicto de que as únicas verdades são as suas.
Difícil convencer os donos dos polegares que ouvir o outro, tolerar uma opinião contrária à sua, não implica, necessariamente, concordar com ele ou abrir mão de suas próprias convicções. Confundimos, muitas vezes, tolerância com fraqueza, com complacência. Não tem de ser assim. Tolerar opiniões contrárias às nossas não quer dizer a mesma coisa que tolerar violência, racismo, homofobia. Pois há tolerâncias e tolerâncias.
O intolerante, com frequência, se aproxima e se confunde com o fanático. É aquele que acha que “o outro” é inferior. Em pleno século XXI, ainda existe preconceito e intolerância contra negros, mulheres, homossexuais, imigrantes, migrantes, idosos, praticantes de religiões diferentes das nossas. Ao desenvolver uma intolerância contra “o outro”, o intolerante busca se afirmar como superior, como pertencente a uma maioria imaginária que teria como obrigação marginalizar, combater e até eliminar quem não cerra fileiras com suas ideias, aparência, opção sexual e até time de futebol. A violência é um subproduto dessa atitude.
                                                                               Jaime Pinsky

Jaime Pinsky participa do Programa do Jô

Não achei o vídeo no youtube, mas o link direciona para o globoplay.

Entrevista com Jaime Pinsky.

Jaime pinsky no programa do Jô

JAIME PINSKY
CURRÍCULO
1. TÍTULOS

1.Professor Titular concursado de História da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas - área de História Antiga e Medieval (abril de 1986).
2.Professor Adjunto em História pela Unicamp – área de História Antiga e Medieval (março de 1981).
3.Livre-docente em História pela USP - Universidade de São Paulo - área de História Medieval (1977).
4.Doutor em História Antiga pela USP (1968).
5.Pós-graduado em História Antiga pela USP, após o cumprimento das atividades programadas do biênio 1966-1967
6.Bacharel e Licenciado em História (1961-1965) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba.

2.ATIVIDADES DIDÁTICAS

2.1. cursos regulares
1.professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (a partir de outubro de 1975)
2.professor do Departamento de História da Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas, São Paulo (1972-1973)
3.professor nos cursos de História e Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP - Universidade de São Paulo. (1971-1977)
4.professor do Departamento de História da (então) Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, hoje Instituto de Letras, Psicologia e História da Unesp (1966-1972)

3.CURSOS, PALESTRAS e CONTRIBUIÇÕES EM CONGRESSOS CIENTÍFICOS

Participou de congressos, proferiu palestras e desenvolveu cursos nos Estados Unidos, no México, em Porto Rico, em Cuba, na França, em Israel, e nas principais instituições universitárias brasileiras, do Acre ao Rio Grande do Sul.
Como por exemplo: New York University, Universidade Autónoma do México, Universidade de Porto Rico, seminário com Pierre Villar em Paris, na Universidade Hebraica de Jerusalém; no Brasil, na UnB - Universidade de Brasília; USP - Universidade de São Paulo.; PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; PUC  de São Paulo; PUC de Campinas; UNESP de Assis, Universidade Federal do Paraná; Universidade Federal da Paraíba; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Universidade Federal do Acre; Universidade Federal de Alagoas; Universidade Federal do Pará; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Lins; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Varginha; Faculdades Integradas de São José dos Campos, PUC e Universidade Federal da Bahia, PUC e Universidade Federal de Pernambuco, entre outras.

Participa de congressos, profere palestras e desenvolve cursos nas principais instituições universitárias brasileiras.
Coordena, desde 1992, as atividades universitárias e educacionais da Bienal do Livro de São Paulo, com a afluência de milhares de educadores e universitários.

4.PUBLICAÇÕES
1.Livros
Jaime Pinsky é autor, co-autor ou organizador de mais de duas dezenas de livros (conheça suas obras abrindo o link LIVROS)
2.Artigos
Tem inúmeros artigos acadêmicos publicados no Brasil e no exterior nas áreas de História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea, História Judaica e sobre diversos temas de História do Brasil, Teoria da História, Ensino de História, que podem ser encontrados em publicações acadêmicas localizadas nas bibliotecas de Ciências Humanas das principais universidades do país.
Publicou e publica artigos de opinião em vários jornais e revistas do Brasil - como  o Correio Braziliense (do qual é articulista), Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo(alguns dos quais podem ser lidos nesse site em ARTIGOS PUBLICADOS )
5. ATIVIDADES EDITORIAIS

5.1. Fundador (1987) e Sócio Diretor e Editor da Editora Contexto
5.2. Criador e diretor da Editora da Unicamp (1982-1986)
5.3. Colaborador da Editora Atual, onde criou e dirigiu a coleção “Discutindo a História”
5.4. Colaborador da Editora Global, onde criou e dirigiu as coleções de livros “Temas”, “Teses”, “Textos”, “História Popular”
5.5.  Membro do Conselho Editorial da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (1985)
5.6. Assessor Editorial da FLE (Fundação do Livro Escolar) da Secretaria de Educação de São Paulo (1983-1984)
5.7. Co-fundador, membro do conselho editorial e colaborador da revista Religião e Sociedade(publicada a partir de maio de 1977)
5.8. Colaborador da Editora Hucitec, onde criou e dirigiu a área de ciências humanas.
5.9. Criador e diretor da revista de Ciências Humanas Contexto (1976-1978)
5.10. Criador e diretor da revista de Ciências Sociais Debate e Crítica (1973-1975)
5.11. Co-fundador e membro do conselho editorial da revista Anais de História, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, no tempo em que trabalhou nessa faculdade.
5.12. É sócio e foi diretor e vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro.

6. ATIVIDADES NA MíDIA
Como intelectual público é constantemente solicitado a explicar o mundo e o Brasil na mídia, tendo participado de programas como Roda Viva e Jornal da Cultura (TV Cultura), Globo News PainelJornal da Dez e Almanaque (Globonews), Jô Soares (SBT e Globo),Jornal Nacional e Fantástico (TV Globo), além de numerosas entrevistas na TV Gazeta, TV  Bandeirantes. É freqüentemente entrevistado pelas rádios Eldorado, CBN, Bandeirantes, Globo e Cultura, entre muitas outras.

Roda Vida - Boris Fausto


Transmitido ao vivo em 24 de ago de 2015 Historiador fala dos casos atuais de corrupção, da presença do Judiciário e do papel da oposição no Brasil de hoje.